Esta casa ficava na Quintino Bocaiuva em Ribeirão Preto.terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Só um lembrete do Quintana ...
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana - enviado por Francisco Xavier Balieiro Júnior
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Aniversário da Cidinha
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Dois anos de experiência a bordo
Quem diz que navegar é coisa de gente grande ainda não conhece o pequeno Igor Gandelman. Prestes a completar 2 anos de idade, o garoto é o participante mais jovem da 21ª edição da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha (Refeno). Toda a sua vida foi levada no barco Planckton, em que vive com os pais, os paulistas Cecília e Fábio Gandelman.Pode parecer difícil cuidar de uma criança tão pequena numa embarcação, mas Cecília garante que não. “Igor já nasceu ‘morando no mar’. Se acostumou a tudo muito rápido. Ele mesmo diz quando está enjoado. Apesar de não fazer, sabe onde ligar o motor e como funciona tudo”, revela a mãe, que trabalha com o marido fazendo passeios e travessias. Nesta Refeno, eles terão cinco tripulantes pagantes no barco de 42 pés (quase 13 m).
Apesar de ser tão jovem, Igor deixa alguns adultos no bolso quando o assunto é caminho percorrido no mar: acumula 2.809 milhas (quase 5.200 km). “Sua brincadeira preferida é pegar algo e fingir que é uma linha de pesca. Diz que pegou garoupa ou atum e depois ‘coloca’ molho shoyu. Ele adora sashimi”, diz Cecília. Ao escutar o nome dos peixes, o garoto não esconde o sorriso de quem entende bem do assunto.
Segundo Fábio, que há seis anos mora no mar, algumas coisas tiveram de ser adaptadas para a segurança do filho – como o uso de redes na área exterior do Planckton para que Igor não escape para a água e a compra de coletes salva-vidas. Já outras... “Tínhamos medo quanto às escadas e aos degraus dentro do barco, mas antes mesmo de andar ele já os subia e descia. Foi algo natural”, lembra. Cecília afirma que se sente mais segura com o filho no barco do que num apartamento. “Aqui dentro não há pontas”, diz.
Quanto à educação de Igor, a família afirma que vai iniciá-lo nos estudos pré-escolares dentro do Planckton. “Temos um kit de material escolar. Também temos tintas e papel para ele trabalhar com arte.” Numa parede, a mãe exibe, toda orgulhosa, um dos quadros do filho, que nasceu em São Paulo.
Igor fará o seu segundo aniversário no próximo dia 21, a data estimada para a chegada dos Gandelman em Fernando de Noronha. A festa promete ser a bordo e com direito a bolo, brigadeiros e balões. De lá, a família segue para o Caribe, naquela que será a primeira viagem internacional do garoto-velejador. Uma boa chance de começar a aprender o espanhol, porque o inglês ele já começa a arranhar. “People maluco”, arrisca o menino, misturando os idiomas.
Publicado em 17.09.2009 - Jornal do Comércio - Recife - PE
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
O Lucas Chegou!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Tia Alzira nos deu a honra de sua presença ...
terça-feira, 23 de junho de 2009
Escadinha dos Baba's.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Feliz Aniversário
sexta-feira, 8 de maio de 2009
ENQUETE ENCERRADA "VITÓRIA DO PALMEIRAS"
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
ENQUETE ENCERRADA: "O Dico era sobrinho do Tio Chiquito"

Em uma disputa acirrada, ganhou mesmo a hipótese de que o Dico era sobrinho do Chiquito.
Mas e agora? Se ele era sobrinho do Tio Chiquito, de quem ele era filho? De quem ele era irmão? E de quem ele era tio? Façam seus comentários!
Achei uma foto na casa do meu pai que me lembrou do Dico. Alguém pode me dizer se é ele mesmo.
quarta-feira, 25 de março de 2009
CARNAVAL 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Dupla Caipira.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Quem são os balieiros?
domingo, 22 de fevereiro de 2009
E A FOLIA CONTINUA
BABA'S É TRADIÇÃO NOS CARNAVAIS DA RECRA
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Dico....O Retorno
Vendo a enquete sobre o Dico me lembrei de um causo..
Dico,para quem não conheceu,tenho certeza que era parente da vovó Lili,não sei em que grau.
Na minha mais remota lembrança,quando éramos bem crianças e morávamos em São Paulo,vínhamos passar as férias em Ribeirão na casa da vovó Lili e vovô Lamartine,na Rua São José 1040.
Ele aparecia sempre por lá,assim como na casa de várias pessoas da família e todos o ajudavam com roupas ou algum alimento.
A vovó dizia que ele não gostava de trabalhar nem tomar banho e que os parentes tinham desistido dele.
Lembro que era bem feio,muito magro e andava maltrapilho e sujo e tinha as unhas muito grandes.
Só sei que quem não quisesse tomar banho,lavar as orelhas ou cortar as unhas,sempre era ameaçado com um...Olha, você vai ficar igual ao Dico!E logo tratávamos de obedecer.
Quando adolescente,voltamos para Ribeirão e fomos morar casa que era da vovó e ele continuava a aparecer por lá.
Às vezes encontrávamos com ele perambulando pelas ruas ou sentado em alguma praça.Só sei que quando isso acontecia,tratávamos de disfarçar e sair correndo,com medo que ele nos reconhecesse e nos cumprimentasse e alguém descobrisse que era nosso parente.
Certa ocasião o Dico desapareceu e saiu um boato que ele havia morrido.
Numa tarde,em um dos poucos minutos tranquilos da minha casa,minha mãe,dona Diva,estava pondo água prá passar um café,quando levou um baita susto,pensando estar tendo uma visão!
Adivinha quem estava na porta da cozinha com olhos arregalados?
Pois é ,ele mesmo,o Dico..
Disse que tinha entrado porque encontrou o portão aberto.
Passado o susto,minha mãe lhe ofereceu o café e ele relatou que tinha ficado muito doente,alguém o levou prá Igarapava,mais ele já estava de volta...
Dico,para quem não conheceu,tenho certeza que era parente da vovó Lili,não sei em que grau.
Na minha mais remota lembrança,quando éramos bem crianças e morávamos em São Paulo,vínhamos passar as férias em Ribeirão na casa da vovó Lili e vovô Lamartine,na Rua São José 1040.
Ele aparecia sempre por lá,assim como na casa de várias pessoas da família e todos o ajudavam com roupas ou algum alimento.
A vovó dizia que ele não gostava de trabalhar nem tomar banho e que os parentes tinham desistido dele.
Lembro que era bem feio,muito magro e andava maltrapilho e sujo e tinha as unhas muito grandes.
Só sei que quem não quisesse tomar banho,lavar as orelhas ou cortar as unhas,sempre era ameaçado com um...Olha, você vai ficar igual ao Dico!E logo tratávamos de obedecer.
Quando adolescente,voltamos para Ribeirão e fomos morar casa que era da vovó e ele continuava a aparecer por lá.
Às vezes encontrávamos com ele perambulando pelas ruas ou sentado em alguma praça.Só sei que quando isso acontecia,tratávamos de disfarçar e sair correndo,com medo que ele nos reconhecesse e nos cumprimentasse e alguém descobrisse que era nosso parente.
Certa ocasião o Dico desapareceu e saiu um boato que ele havia morrido.
Numa tarde,em um dos poucos minutos tranquilos da minha casa,minha mãe,dona Diva,estava pondo água prá passar um café,quando levou um baita susto,pensando estar tendo uma visão!
Adivinha quem estava na porta da cozinha com olhos arregalados?
Pois é ,ele mesmo,o Dico..
Disse que tinha entrado porque encontrou o portão aberto.
Passado o susto,minha mãe lhe ofereceu o café e ele relatou que tinha ficado muito doente,alguém o levou prá Igarapava,mais ele já estava de volta...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Cananéia Eu Sou - 1984 - há 25 anos

Esse bloco carnavalesco fez sucesso em 1984 em Cananéia, são 21 integrantes e ficamos hospedados no Grande Hotel Glória. Saimos de Ribeirão Preto no micro-ônibus que partiu da agência de turismo do Tonho e Sérgio Barbosa. Eram 2:30h da manhã abrimos o porta malas e colocamos primeiramente, lógico, os engradados de cerveja, isso mesmo, o Caio Chaves disse "não podemos deixar a peteca cair - cerveja tem que ser da Antártica de Ribeirão", mas exageramos, como sempre, ou superestimamos a capacidade do porta malas do micro-ônibus, "só coube a cerveja" as bagagens mesmo colocamos no corredor de tal forma que não atrapalhasse o acesso ao enorme isopor com latinhas de Skol para irmos degustando em nossa viagem, afinal ninguém é de ferro, e eram pelo menos 12 horas de viagem, a primeira parada foi Cravinhos... mas já? é pra fazer XIXI, aí alguém apelando disse: - assim não vai dar, só vamos ter mais 2 paradas até Cananéia, ema, ema, ema... e cada um resolveu o seu problema...
Bem, todo bloco que se preza tem uma bateria de escola de samba e aí enfiamos, não sei como, naquele corredor:
1 surdão treme terra - (doado depois para a escola de samba de Cananéia)
1 Contra-surdo.
1 atabaque
1 repinic
1 caixa repinic e diversos complementos: chocoalho, tamborins, agogôs etc.
A chegada foi triunfal, 21 pessoas (depois de viajar 12 h), descarregando um monte de engradados de cerveja, uma escola de samba, e detalhe só tinhamos hospedagem para 14 pessoas, daí? improvisamos, é carnaval mesmo.
Tínhamos um samba enredo - "Cananéia eu SOU" que apresentávamos na rua com o bloco e abríamos a noite o carnaval do Clube MARATAYAMA.
Bem, todo bloco que se preza tem uma bateria de escola de samba e aí enfiamos, não sei como, naquele corredor:
1 surdão treme terra - (doado depois para a escola de samba de Cananéia)
1 Contra-surdo.
1 atabaque
1 repinic
1 caixa repinic e diversos complementos: chocoalho, tamborins, agogôs etc.
A chegada foi triunfal, 21 pessoas (depois de viajar 12 h), descarregando um monte de engradados de cerveja, uma escola de samba, e detalhe só tinhamos hospedagem para 14 pessoas, daí? improvisamos, é carnaval mesmo.
Tínhamos um samba enredo - "Cananéia eu SOU" que apresentávamos na rua com o bloco e abríamos a noite o carnaval do Clube MARATAYAMA.
Foi um carnaval e tanto!
Os integrantes dessa foto podem completar essa história com seus comentários.
Origem dos Barbosas

Barbosa - Sobrenome português toponímico, indica um lugar onde há muitas barbas de bode ou barbas de velho (espécie de planta). Os Barbosas procedem de D.Sancho Nunes de Barbosa, que era descendente do Conde D.Nuno de Cela Nova e sobrinho de S. Rosendo. É seu solar a Quinta de Barbosa, no termo do Porto, donde tomaram o nome.
" D. Pedro Nunes Barboza no livro da geração é o chefe desta honrosa linhagem que valorosa foi em guerra a discensão."(D. João Ribeiro Gaio)
O sobrenome Barboza é classificado como sendo de origem habitacional. Este termo se refere aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no lugar de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade, vila ou um lugar identificado por uma característica topográfica. No que diz respeito ao sobrenome Barboza, este originou-se com D. Sancho Nunes Barbosa, senhor da Quinta de Barboza, na terra do mesmo nome. D. Sancho Nunes Barboza descedente de D. Nuno Guterres, este filho do Conde D. Teobaudo Nunes, um dos mais ilustres e valorosos cavaleiros do tempo do rei D. Bermudo II de Leão. D. Nuno Guterres era irmão de S. Rosendo, famoso bispo de Dume no ano de 925. Pesquisas continuam, e este nome pode ter sido documentado muito antes da data mencionada acima.
Portadores notáveis do sobrenoe Barboza ou uma variante foram, entre outros: Rui Barboza (1849-1923), político, jurista, parlamentar e literato brasileira: Agostinho Barboza (1590-1649), jurista português; Eliziário José Barboza (1830-1909), militar e político brasileiro; e Arias Barbosa (1456-1530), helenista, poeta e porfessor português.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
BRASÃO DA FAMÍLIA BALIEIRO

Brasão de Armas: De azul, com um pé ondado de prata e de azul e banda de ouro carregada de três rosas naturais de vermelho, folhadas de verde, ladeada de duas costas de armas de prata.
Timbre: Cabeça de baleia de sua cor, saindo-lhe da boca um ramo de ouro com três rosas de vermelho, folhadas de verde.
Timbre: Cabeça de baleia de sua cor, saindo-lhe da boca um ramo de ouro com três rosas de vermelho, folhadas de verde.
O sobrenome Balieiro é de origem de alcunha ou ofício. De alcunha se o sobrenome for tirado de uma característica física ou um atributo moral do portador inicial, e de ofício ou laborai baseado na profissão do portador. O mais provável é este último pois denota "pescador de baleias". Entre as variantes do sobrenome Balieiro inclui Baleeiro. A nobreza da família Balieiro é antiga, pois Nuno Freire de Andrade, filho do mestre da Ordem de Cristo D. Nuno Freire de Andrade, casou com D. Genebra Ribeiro, filha de Gomes Balieiro, o Africano, de cujo matrimônio provieram os Andrades Balieiros. Existe este apelido, também nas ilhas Graciosa e do Faial.
Olha o que o tempo faz...
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Carnaval na Recra
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Reveillon em Cananéia
Fusão das Famílias
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
A Grande Família.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Gastão retorna ao Brasil
O Ike ensinando a fazer uma caipirinha brasileira na Flórida
Viajar com o meu irmão Luiz Henrique (IKE) já é uma farra, sempre muito divertido e alegre, é uma companhia e tanto.
Parece que as coisas engraçadas sempre acontecem com ele, uma pessoa que não passa desapercebida, pelo seu tamanho e carisma, mas nos EUA foi algo especial, fizemos uma turma muito bacana, eu e minha família, ele com a sua e alguns amigos comuns, teve de tudo até a dança da “gretchen” no metrô de NY... mas essa é outra história.
IKE nosso Mr. Black, como ele era conhecido no “starbucks café”, isso porque ao pedir o seu expresso a atendente com aquela paciência peculiar das atendentes americanas “grunhou”algo do tipo: “”whhatt iuu “r”anm”” ele respondeu firmemente “BLACK” decerto porque se referia ao café que gostaria que fosse preto, e ela respondeu escrevendo no copo OK Mr. Black! Mr. Black?, e assim ficou conhecido.
Mas o que é impagável mesmo foi ele ensinando a garçonete fazer uma caipirinha brasileira, seus gestos assustaram a moça, que tentava de toda a maneira se esquivar, e ele insistia em falar em “Inglês” como preparar o drink, mas isso eu não vou contar, vocês podem testemunhar com o filme...
Qualquer dia eu conto a História dele mesmo, no avião com um colombiano discutindo sobre o “sêmen de pato” aguardem.
Parece que as coisas engraçadas sempre acontecem com ele, uma pessoa que não passa desapercebida, pelo seu tamanho e carisma, mas nos EUA foi algo especial, fizemos uma turma muito bacana, eu e minha família, ele com a sua e alguns amigos comuns, teve de tudo até a dança da “gretchen” no metrô de NY... mas essa é outra história.
IKE nosso Mr. Black, como ele era conhecido no “starbucks café”, isso porque ao pedir o seu expresso a atendente com aquela paciência peculiar das atendentes americanas “grunhou”algo do tipo: “”whhatt iuu “r”anm”” ele respondeu firmemente “BLACK” decerto porque se referia ao café que gostaria que fosse preto, e ela respondeu escrevendo no copo OK Mr. Black! Mr. Black?, e assim ficou conhecido.
Mas o que é impagável mesmo foi ele ensinando a garçonete fazer uma caipirinha brasileira, seus gestos assustaram a moça, que tentava de toda a maneira se esquivar, e ele insistia em falar em “Inglês” como preparar o drink, mas isso eu não vou contar, vocês podem testemunhar com o filme...
Qualquer dia eu conto a História dele mesmo, no avião com um colombiano discutindo sobre o “sêmen de pato” aguardem.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Família Milton Barbosa no Reveillon 2009
Ainda estamos por lá

Lendo "o mar engana" fiquei pensando que ....Nós ainda estamos por lá! E novas histórias continuam acontecendo. Para dar uma "palhinha" segue um registro de uma verdadeira "farofada" na Ilha Comprida em janeiro de 2009. Na foto: Liane, Luna, Luísa, Cauhê, Joana, Miguel, Mateus, Ricardo e namorada, Iza, Eu e Márcia.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
"O mar engana".
Estávamos, eu com toda a família "Milton Barbosa", mais alguns primos e amigos em nossa casa de praia em Ilha Comprida. Eram as férias de julho de 1973. Um frio de deixar qualquer pinguim congelado, fora a chuva que não dava trégua.
Como não havia quase nada para se fazer, a não ser comer e beber, resolvemos fazer uma noite de queijo e vinho. O Miltinho foi escalado para ir até a cidade de Iguape procurar pelas "iguarias". Para não ir sozinho, convidou o "tio" Ivo Scarabucci (irmão da tia Diva) para acompanhá-l0. Convite aceito de imediato, lá foram eles, por volta das 14:30hs.
Ficamos em casa fazendo churrasco, cantando e tocando violão por horas, quando percebemos, já era noite. Começamos a ficar preocupados pois nada da "dupla" retornar. Naquela época não havia qualquer tipo de comunicação entre a ilha e o continente, a não ser uma balsa que funcionava de hora em hora.
Em virtude da temperatura, que já devia ser de uns 10ºC, fomos para dentro da casa e começamos a dançar ao som do Trio Irakitam, na vitrola Philco da (mãe) Clarinda. Virou o maior baile.
Quando estávamos no auge, entraram os dois na maior "alegria", rindo à toa, cantando e dançando e com apenas uma garrafa de vinho.
A explicação dada foi que eles ficaram presos na balsa, por causa da neblina. Obviamente, como estava muito frio, resolveram tomar algumas caipirinhas.
O "tio" Ivo deu o maior show de dança. Pegou uma vassoura, colocou uma toalha na ponta e deu pra uma empregada da tia Cecília dançar, dizendo que ela era porta-bandeira e ele o mestre-sala.
Entramos madrugada a dentro.
Na hora de recolhermos para nossos aposentos, tentamos convencer o "tio" Ivo para dormir em casa, pois ele estava hospedado no Hotel Buenos Aires, que ficava longe, acho que uns 2 km à direita, pela praia. Não havia rua.
Sem que alguem notasse, ligou seu Corcel "GT" e se mandou. Quando demos conta do acontecido, saimos correndo em direção à praia. Não deu outra. Lá estava o carro, literalmente dentro d'água. Em vez de virar à direita na praia, seguiu reto em direção ao mar.
Chegando ao lado do carro, percebi que a água já batia na altura da porta. Pedi ao "tio" que descesse pois estava muito perigoso. Sem qualquer alteração e com a maior pinta de "lord" me disse: "-Oh companheiro! Esse mocassin é branco e eu comprei recentemente, vai estragar". Juro que ele não queria descer pra não estragar os sapatos. Foi retirado no colo.
Aí veio a parte mais complicada. Rebocar o carro para fora do mar. Graças ao tio Ataliba que chamou seu amigo Zé Pacau e juntos, com ajuda de um trator, completaram a operação resgate. Detalhe, quem entrou debaixo do carro para amarrar as cordas, na água congelante foi o tio Ataliba.
Assistindo a tudo, no barranco, como se nada tivesse acontecido e na maior calma do mundo o único comentário que o "tio" Ivo fez foi: "Como esse mar engana".
Saudades "tio" Ivo Scarabucci.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Baba's 1947 em Franca
sábado, 24 de janeiro de 2009
Gastão em Sevilha?

Estávamos eu, Wânia, meu cunhado Dido e Claudia su mujer fazendo uma viagem pela Espanha em 2007, quando fomos para Sevilha. Chegando lá eu sugeri que fossemos à noite a um show de flamenco, pois pensei: ir a Andalucia e não assistir a um Show de Flamenco é o mesmo que ir a São Vicente e não conhecer a Biquinha.
Reservamos aquela noite para o show e começamos a pesquisar as opções. Perguntamos no hotel e a recepcionista nos indicou um tal de Tablao Flamenco Arenal.
Como nós sempre desconfiamos de programas de turistas, achamos que estavam nos empurrando um pacote mala, pois vinha incluso jantar, bebidas, etc.
À tarde pegamos um taxi no centro da cidade e perguntamos ao motorista, com nosso excelente portunhol cueca-cuela:
- ezsstamos queriendo ir a um ezsspetáculo de flamenco, pero non queriemos um programa de turitas. Puedes nos indicar una cassa mas simples, donde los sevilianos freqüentam?.
- una casa más tradicional? Indagou o taxista.
- Si, si, esto. Puedes nos indicar?
Daí ele indicou uma casa chamada Los Gallos.
Vi que meus parceiros de viagem não estavam fazendo nenhuma questão de ir ao tal de flamenco mas forcei um pouco. Chegamos ao hotel e Wania mais uma vez desconfiada, perguntou à garçonete, esnobando seu espanhol:
- conosses una cassa de flamenco llamada Los Pollos?
- Los Pollos? Indagou a garçonete.
E Wânia disse:
- Si, Los Pollos. El motoritas del taxi que nos aconsejou.
- Mas como Los Pollos? Yo no conosco.
- Eqxiste si, insistiu Wânia.
A Garçonete foi perguntar ao garçom e voltaram morrendo de rir dizendo:
- nossotros conocemos Los Gallos, pero la Arenal és mejor, insistiu o garçom morrendo de rir.
Chegando a noite nos aprontamos, pegamos um taxi e fomos para a tal Los Gallos. Era uma casinha bem pequena, numa biboca, pra não dizer uma espelunca. Chegamos e sentamos na primeira fileira de um pequeno salão com aproximadamente 50 lugares e um palquinho mequetrefe com a inscrição “Los Gallos”. Tínhamos direito a um drink e escolhemos tomar sangria. Daí a pouco começa o espetáculo com vários números com violonistas, cantores, bailarinas e bailarinos se alternando, gritando e sapateando. As pessoas não cantavam, gemiam.
No começo foi muito interessante, mas passados 20 minutos a coisa foi pegando. Não dava mais pra agüentar.
Pra não ficar muito monótono começamos a imaginar que estávamos num espetáculo cômico. Foi quando em um número entraram dois bailarinos, começaram a sapatear daquele jeito, rebolar e, pra melhorar, começaram dar em cima do Didão. Eram duas bichas loucas. Aí, com a sangria na cabeça, o show começou a ficar ótimo.
Em outro número, com a sangria mais elevada, olho pro palco e quem eu vejo? O Gastão. Isto mesmo. O cantor de flamenco era idêntico ao Gastão da Dora, nosso brother. Tentei filmar com a máquina fotográfica, mas mandaram desligar. Mas consegui alguns pedacinhos pra vocês acessarem e assistirem: Gastão canta em Sevilha em “Los Pollos”, ou melhor, “Los Gallos”.
Reservamos aquela noite para o show e começamos a pesquisar as opções. Perguntamos no hotel e a recepcionista nos indicou um tal de Tablao Flamenco Arenal.
Como nós sempre desconfiamos de programas de turistas, achamos que estavam nos empurrando um pacote mala, pois vinha incluso jantar, bebidas, etc.
À tarde pegamos um taxi no centro da cidade e perguntamos ao motorista, com nosso excelente portunhol cueca-cuela:
- ezsstamos queriendo ir a um ezsspetáculo de flamenco, pero non queriemos um programa de turitas. Puedes nos indicar una cassa mas simples, donde los sevilianos freqüentam?.
- una casa más tradicional? Indagou o taxista.
- Si, si, esto. Puedes nos indicar?
Daí ele indicou uma casa chamada Los Gallos.
Vi que meus parceiros de viagem não estavam fazendo nenhuma questão de ir ao tal de flamenco mas forcei um pouco. Chegamos ao hotel e Wania mais uma vez desconfiada, perguntou à garçonete, esnobando seu espanhol:
- conosses una cassa de flamenco llamada Los Pollos?
- Los Pollos? Indagou a garçonete.
E Wânia disse:
- Si, Los Pollos. El motoritas del taxi que nos aconsejou.
- Mas como Los Pollos? Yo no conosco.
- Eqxiste si, insistiu Wânia.
A Garçonete foi perguntar ao garçom e voltaram morrendo de rir dizendo:
- nossotros conocemos Los Gallos, pero la Arenal és mejor, insistiu o garçom morrendo de rir.
Chegando a noite nos aprontamos, pegamos um taxi e fomos para a tal Los Gallos. Era uma casinha bem pequena, numa biboca, pra não dizer uma espelunca. Chegamos e sentamos na primeira fileira de um pequeno salão com aproximadamente 50 lugares e um palquinho mequetrefe com a inscrição “Los Gallos”. Tínhamos direito a um drink e escolhemos tomar sangria. Daí a pouco começa o espetáculo com vários números com violonistas, cantores, bailarinas e bailarinos se alternando, gritando e sapateando. As pessoas não cantavam, gemiam.
No começo foi muito interessante, mas passados 20 minutos a coisa foi pegando. Não dava mais pra agüentar.
Pra não ficar muito monótono começamos a imaginar que estávamos num espetáculo cômico. Foi quando em um número entraram dois bailarinos, começaram a sapatear daquele jeito, rebolar e, pra melhorar, começaram dar em cima do Didão. Eram duas bichas loucas. Aí, com a sangria na cabeça, o show começou a ficar ótimo.
Em outro número, com a sangria mais elevada, olho pro palco e quem eu vejo? O Gastão. Isto mesmo. O cantor de flamenco era idêntico ao Gastão da Dora, nosso brother. Tentei filmar com a máquina fotográfica, mas mandaram desligar. Mas consegui alguns pedacinhos pra vocês acessarem e assistirem: Gastão canta em Sevilha em “Los Pollos”, ou melhor, “Los Gallos”.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Estou dentro
Olá Baba's, essa foi uma ótima idéia, vou inserir em breve alguns casos de família.
Abraçs e Beijos a todos
Abraçs e Beijos a todos
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Página Inicial
Olá Balieiros e Barbosas,
Sou Fernando Seixas Barbosa (50), filho de Milton Balieiro Barbosa (80) e de Clarinda (76), neto de Lamartine Belém Barbosa e de Rita Balieiro Barbosa e Bisneto do Vovô Cândinho e da Vovó Mariquinha. Sou casado com a Wânia (47), minha esposa querida há 25 anos, e tenho três lindas filhas: Fernanda (21), Carolina (18) e Ligia (18) que também tem o apelido de Lili como o da minha avó.
Tive uma idéia há muito tempo de criar um espaço na internet onde pudéssemos contar histórias de nossa família e anexar fotos, para que no futuro eu ou alguém pudesse editar um livro ou coisa parecida. O ideal é que todos os membros da familia Baba's possam incluir seus textos e fotos e que os demais possam comentar e acrescentar algo. Vou inserir alguns e-mails que tenho para que outros contadores de história possam postar seus textos. Mais adiante, poderemos inserir filmes de festas e etc. Acho que vai ser muito legal.
Espero que dê certo. Vai ser muito divertido e muito interessante conhecer e relembrar grandes histórias de grandes personagens de nossas vidas.
Abraço a todos!
Fernando Barbosa
Sou Fernando Seixas Barbosa (50), filho de Milton Balieiro Barbosa (80) e de Clarinda (76), neto de Lamartine Belém Barbosa e de Rita Balieiro Barbosa e Bisneto do Vovô Cândinho e da Vovó Mariquinha. Sou casado com a Wânia (47), minha esposa querida há 25 anos, e tenho três lindas filhas: Fernanda (21), Carolina (18) e Ligia (18) que também tem o apelido de Lili como o da minha avó.
Tive uma idéia há muito tempo de criar um espaço na internet onde pudéssemos contar histórias de nossa família e anexar fotos, para que no futuro eu ou alguém pudesse editar um livro ou coisa parecida. O ideal é que todos os membros da familia Baba's possam incluir seus textos e fotos e que os demais possam comentar e acrescentar algo. Vou inserir alguns e-mails que tenho para que outros contadores de história possam postar seus textos. Mais adiante, poderemos inserir filmes de festas e etc. Acho que vai ser muito legal.
Espero que dê certo. Vai ser muito divertido e muito interessante conhecer e relembrar grandes histórias de grandes personagens de nossas vidas.
Abraço a todos!
Fernando Barbosa
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