domingo, 22 de fevereiro de 2009

E A FOLIA CONTINUA


Em 1978 no camarote do salão de festas.
Nesta época ficávamos na fila aguardando a abertura de vendas de mesas para garantir o camarote para as 4 noites,que eram muito animadas.
Tinha uma super produção de fantasias.
Como podem ver o Luiz Pedro continuava lá!

BABA'S É TRADIÇÃO NOS CARNAVAIS DA RECRA


Luiz,Diva,Maria Helena e Luiz Pedro,no salão onde hoje é o Ginásio de Esportes.
Não sei em que ano foi.
Muita gente deve ter fotos desta época e pode colocar no blog.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Dico....O Retorno

Vendo a enquete sobre o Dico me lembrei de um causo..
Dico,para quem não conheceu,tenho certeza que era parente da vovó Lili,não sei em que grau.
Na minha mais remota lembrança,quando éramos bem crianças e morávamos em São Paulo,vínhamos passar as férias em Ribeirão na casa da vovó Lili e vovô Lamartine,na Rua São José 1040.
Ele aparecia sempre por lá,assim como na casa de várias pessoas da família e todos o ajudavam com roupas ou algum alimento.
A vovó dizia que ele não gostava de trabalhar nem tomar banho e que os parentes tinham desistido dele.
Lembro que era bem feio,muito magro e andava maltrapilho e sujo e tinha as unhas muito grandes.
Só sei que quem não quisesse tomar banho,lavar as orelhas ou cortar as unhas,sempre era ameaçado com um...Olha, você vai ficar igual ao Dico!E logo tratávamos de obedecer.
Quando adolescente,voltamos para Ribeirão e fomos morar casa que era da vovó e ele continuava a aparecer por lá.
Às vezes encontrávamos com ele perambulando pelas ruas ou sentado em alguma praça.Só sei que quando isso acontecia,tratávamos de disfarçar e sair correndo,com medo que ele nos reconhecesse e nos cumprimentasse e alguém descobrisse que era nosso parente.
Certa ocasião o Dico desapareceu e saiu um boato que ele havia morrido.
Numa tarde,em um dos poucos minutos tranquilos da minha casa,minha mãe,dona Diva,estava pondo água prá passar um café,quando levou um baita susto,pensando estar tendo uma visão!
Adivinha quem estava na porta da cozinha com olhos arregalados?
Pois é ,ele mesmo,o Dico..
Disse que tinha entrado porque encontrou o portão aberto.
Passado o susto,minha mãe lhe ofereceu o café e ele relatou que tinha ficado muito doente,alguém o levou prá Igarapava,mais ele já estava de volta...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Cananéia Eu Sou - 1984 - há 25 anos



Esse bloco carnavalesco fez sucesso em 1984 em Cananéia, são 21 integrantes e ficamos hospedados no Grande Hotel Glória. Saimos de Ribeirão Preto no micro-ônibus que partiu da agência de turismo do Tonho e Sérgio Barbosa. Eram 2:30h da manhã abrimos o porta malas e colocamos primeiramente, lógico, os engradados de cerveja, isso mesmo, o Caio Chaves disse "não podemos deixar a peteca cair - cerveja tem que ser da Antártica de Ribeirão", mas exageramos, como sempre, ou superestimamos a capacidade do porta malas do micro-ônibus, "só coube a cerveja" as bagagens mesmo colocamos no corredor de tal forma que não atrapalhasse o acesso ao enorme isopor com latinhas de Skol para irmos degustando em nossa viagem, afinal ninguém é de ferro, e eram pelo menos 12 horas de viagem, a primeira parada foi Cravinhos... mas já? é pra fazer XIXI, aí alguém apelando disse: - assim não vai dar, só vamos ter mais 2 paradas até Cananéia, ema, ema, ema... e cada um resolveu o seu problema...
Bem, todo bloco que se preza tem uma bateria de escola de samba e aí enfiamos, não sei como, naquele corredor:
1 surdão treme terra - (doado depois para a escola de samba de Cananéia)
1 Contra-surdo.
1 atabaque
1 repinic
1 caixa repinic e diversos complementos: chocoalho, tamborins, agogôs etc.
A chegada foi triunfal, 21 pessoas (depois de viajar 12 h), descarregando um monte de engradados de cerveja, uma escola de samba, e detalhe só tinhamos hospedagem para 14 pessoas, daí? improvisamos, é carnaval mesmo.
Tínhamos um samba enredo - "Cananéia eu SOU" que apresentávamos na rua com o bloco e abríamos a noite o carnaval do Clube MARATAYAMA.

Foi um carnaval e tanto!

Os integrantes dessa foto podem completar essa história com seus comentários.

Origem dos Barbosas


Barbosa - Sobrenome português toponímico, indica um lugar onde há muitas barbas de bode ou barbas de velho (espécie de planta). Os Barbosas procedem de D.Sancho Nunes de Barbosa, que era descendente do Conde D.Nuno de Cela Nova e sobrinho de S. Rosendo. É seu solar a Quinta de Barbosa, no termo do Porto, donde tomaram o nome.

" D. Pedro Nunes Barboza no livro da geração é o chefe desta honrosa linhagem que valorosa foi em guerra a discensão."(D. João Ribeiro Gaio)

O sobrenome Barboza é classificado como sendo de origem habitacional. Este termo se refere aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no lugar de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade, vila ou um lugar identificado por uma característica topográfica. No que diz respeito ao sobrenome Barboza, este originou-se com D. Sancho Nunes Barbosa, senhor da Quinta de Barboza, na terra do mesmo nome. D. Sancho Nunes Barboza descedente de D. Nuno Guterres, este filho do Conde D. Teobaudo Nunes, um dos mais ilustres e valorosos cavaleiros do tempo do rei D. Bermudo II de Leão. D. Nuno Guterres era irmão de S. Rosendo, famoso bispo de Dume no ano de 925. Pesquisas continuam, e este nome pode ter sido documentado muito antes da data mencionada acima.

Portadores notáveis do sobrenoe Barboza ou uma variante foram, entre outros: Rui Barboza (1849-1923), político, jurista, parlamentar e literato brasileira: Agostinho Barboza (1590-1649), jurista português; Eliziário José Barboza (1830-1909), militar e político brasileiro; e Arias Barbosa (1456-1530), helenista, poeta e porfessor português.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

BRASÃO DA FAMÍLIA BALIEIRO


Brasão de Armas: De azul, com um pé ondado de prata e de azul e banda de ouro carregada de três rosas naturais de vermelho, folhadas de verde, ladeada de duas costas de armas de prata.
Timbre: Cabeça de baleia de sua cor, saindo-lhe da boca um ramo de ouro com três rosas de vermelho, folhadas de verde.
O sobrenome Balieiro é de origem de alcunha ou ofício. De alcunha se o sobrenome for tirado de uma característica física ou um atributo moral do portador inicial, e de ofício ou laborai baseado na profissão do portador. O mais provável é este último pois denota "pescador de baleias". Entre as variantes do sobrenome Balieiro inclui Baleeiro. A nobreza da família Balieiro é antiga, pois Nuno Freire de Andrade, filho do mestre da Ordem de Cristo D. Nuno Freire de Andrade, casou com D. Genebra Ribeiro, filha de Gomes Balieiro, o Africano, de cujo matrimônio provieram os Andrades Balieiros. Existe este apelido, também nas ilhas Graciosa e do Faial.

Olha o que o tempo faz...


Antes e depois...
Olha o que o tempo faz....

Iza,Rosa e Bia 1962 (na chácara Bandeirante)
Janeiro de 2009 (na casa da Liane)
47 anos depois,com a Tãnia que na outra foto não estava porque ainda era um bebê

domingo, 15 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Reveillon em Cananéia

Onde tem um Baba's tem festa.
Onde tem vários Baba's juntos, tem evento.
Este foi o Reveillon em Cananéia.

Baba's - Águas de São Pedro


Uma das primeiras edições do Baba's - Águas de São Pedro.
A imagem diz quase tudo.

Fusão das Famílias


Fotomontagem da família - Festa realizada na chácara Bandeirante em 1900 e bolinha - Fusão de 2 fotos do mesmo evento social.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Grande Família.


Uma imagem especial da "Grande Família":
Beiçola (Chicão), Dona Nenê (Verinha), Marilda (Eliana), Agostinho (Ike) e Paulão (Carlinhos).

Um Baba's em Buenos Aires


É isto mesmo. O Sr. Milton Barbosa foi flagrado em plena capital argentina ensaiando seus passos ao som de La cumparsita. (foto de Maria Augusta)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Gastão retorna ao Brasil


Então, após esta temporada do Gastão na Espanha soube que ele está de volta à SP, desta vez mostrando suas habilidades nas pistas de Interlagos...

O Ike ensinando a fazer uma caipirinha brasileira na Flórida

Viajar com o meu irmão Luiz Henrique (IKE) já é uma farra, sempre muito divertido e alegre, é uma companhia e tanto.
Parece que as coisas engraçadas sempre acontecem com ele, uma pessoa que não passa desapercebida, pelo seu tamanho e carisma, mas nos EUA foi algo especial, fizemos uma turma muito bacana, eu e minha família, ele com a sua e alguns amigos comuns, teve de tudo até a dança da “gretchen” no metrô de NY... mas essa é outra história.
IKE nosso Mr. Black, como ele era conhecido no “starbucks café”, isso porque ao pedir o seu expresso a atendente com aquela paciência peculiar das atendentes americanas “grunhou”algo do tipo: “”whhatt iuu “r”anm”” ele respondeu firmemente “BLACK” decerto porque se referia ao café que gostaria que fosse preto, e ela respondeu escrevendo no copo OK Mr. Black! Mr. Black?, e assim ficou conhecido.
Mas o que é impagável mesmo foi ele ensinando a garçonete fazer uma caipirinha brasileira, seus gestos assustaram a moça, que tentava de toda a maneira se esquivar, e ele insistia em falar em “Inglês” como preparar o drink, mas isso eu não vou contar, vocês podem testemunhar com o filme...
Qualquer dia eu conto a História dele mesmo, no avião com um colombiano discutindo sobre o “sêmen de pato” aguardem.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Família Milton Barbosa no Reveillon 2009


Grande parte da família Milton Barbosa se reuniu em Ribeirão Preto para comemorar a passagem para 2009. Dias depois o patriarca completou 80 anos. Mas ainda está no pique de 50.

Ainda estamos por lá


Lendo "o mar engana" fiquei pensando que ....Nós ainda estamos por lá! E novas histórias continuam acontecendo. Para dar uma "palhinha" segue um registro de uma verdadeira "farofada" na Ilha Comprida em janeiro de 2009. Na foto: Liane, Luna, Luísa, Cauhê, Joana, Miguel, Mateus, Ricardo e namorada, Iza, Eu e Márcia.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

"O mar engana".

Estávamos, eu com toda a família "Milton Barbosa", mais alguns primos e amigos em nossa casa de praia em Ilha Comprida. Eram as férias de julho de 1973. Um frio de deixar qualquer pinguim congelado, fora a chuva que não dava trégua.
Como não havia quase nada para se fazer, a não ser comer e beber, resolvemos fazer uma noite de queijo e vinho. O Miltinho foi escalado para ir até a cidade de Iguape procurar pelas "iguarias". Para não ir sozinho, convidou o "tio" Ivo Scarabucci (irmão da tia Diva) para acompanhá-l0. Convite aceito de imediato, lá foram eles, por volta das 14:30hs.
Ficamos em casa fazendo churrasco, cantando e tocando violão por horas, quando percebemos, já era noite. Começamos a ficar preocupados pois nada da "dupla" retornar. Naquela época não havia qualquer tipo de comunicação entre a ilha e o continente, a não ser uma balsa que funcionava de hora em hora.
Em virtude da temperatura, que já devia ser de uns 10ºC, fomos para dentro da casa e começamos a dançar ao som do Trio Irakitam, na vitrola Philco da (mãe) Clarinda. Virou o maior baile.
Quando estávamos no auge, entraram os dois na maior "alegria", rindo à toa, cantando e dançando e com apenas uma garrafa de vinho.
A explicação dada foi que eles ficaram presos na balsa, por causa da neblina. Obviamente, como estava muito frio, resolveram tomar algumas caipirinhas.
O "tio" Ivo deu o maior show de dança. Pegou uma vassoura, colocou uma toalha na ponta e deu pra uma empregada da tia Cecília dançar, dizendo que ela era porta-bandeira e ele o mestre-sala.
Entramos madrugada a dentro.
Na hora de recolhermos para nossos aposentos, tentamos convencer o "tio" Ivo para dormir em casa, pois ele estava hospedado no Hotel Buenos Aires, que ficava longe, acho que uns 2 km à direita, pela praia. Não havia rua.
Sem que alguem notasse, ligou seu Corcel "GT" e se mandou. Quando demos conta do acontecido, saimos correndo em direção à praia. Não deu outra. Lá estava o carro, literalmente dentro d'água. Em vez de virar à direita na praia, seguiu reto em direção ao mar.
Chegando ao lado do carro, percebi que a água já batia na altura da porta. Pedi ao "tio" que descesse pois estava muito perigoso. Sem qualquer alteração e com a maior pinta de "lord" me disse: "-Oh companheiro! Esse mocassin é branco e eu comprei recentemente, vai estragar". Juro que ele não queria descer pra não estragar os sapatos. Foi retirado no colo.
Aí veio a parte mais complicada. Rebocar o carro para fora do mar. Graças ao tio Ataliba que chamou seu amigo Zé Pacau e juntos, com ajuda de um trator, completaram a operação resgate. Detalhe, quem entrou debaixo do carro para amarrar as cordas, na água congelante foi o tio Ataliba.
Assistindo a tudo, no barranco, como se nada tivesse acontecido e na maior calma do mundo o único comentário que o "tio" Ivo fez foi: "Como esse mar engana".
Saudades "tio" Ivo Scarabucci.